Domingo 03/11
Hoje o dia começou um pouco diferente. Acordei muito rouca e com uma dor no ouvido, mas decidi não deixar que isso me impedisse de explorar um pouco mais de Maragogi. John e eu saímos para dar uma volta pela cidade, com ele usando a cadeira de rodas para mostrarmos um pouco sobre a acessibilidade do local. Fomos até a feira de artesanato, onde acabamos comprando um ímã de geladeira como lembrança e um mousse de maracujá para mim, mas, infelizmente, o sabor deixou a desejar.
Depois, demos uma passada na prefeitura de Maragogi para conhecer melhor a cidade. O passeio foi tranquilo, e quando voltamos para a Mariposa, encontramos nossos amigos viajantes, que estão conosco no estacionamento. Ficamos por lá conversando, aproveitando a companhia.
John estava com fome, mas como eu ainda sentia dor, disse a ele para almoçar, pois eu não iria comer nada. Ele almoçou, e em seguida, decidiu tirar uma soneca enquanto eu fiquei do lado de fora da Mariposa, aproveitando um pouco do dia, já que estava muito quente.
À noite, com a temperatura mais amena, nos reunimos novamente na calçada para conversar até o horário de dormir. Foi um dia simples, mas cheio de momentos tranquilos e boas conversas.
Segunda 04/11
Hoje o dia começou com um café oferecido pelo nosso amigo Jonathan. Eu aproveitei a gentileza e tomei o café, mas o John preferiu passar (inclusive ele nos deu uma pulseira de olho grego para cada um). Logo depois, ele avisou que seguiríamos viagem, mas antes pediu que eu ligasse para os meus pais para ver se poderíamos fazer o descarte do vaso lá, já que onde estávamos não havia como. Liguei para o meu pai, e ele, como sempre, nos recebeu de braços abertos, dizendo que poderíamos ir. Decidimos que almoçaríamos e arrumaríamos a Mariposa antes de partir.
Com o almoço feito e a Mariposa organizada, seguimos para a casa dos meus pais. Chegando lá, meu pai me ajudou a fazer o descarte enquanto eu lavava todo o vaso. Minha mãe, por outro lado, preferiu não me ver para evitar chorar de novo. Meu pai ainda nos convidou para dormir lá, mas como já havíamos combinado com o Jonathan de gravar uma matéria para o canal dele, decidimos voltar mais uma vez para a nossa “casinha” ao invés de partir naquele dia.
Com o vaso limpo e tudo pronto, entrei no carro, e meu pai explicou ao John qual estrada deveríamos pegar na hora de ir embora. Me despedi do meu pai novamente e, claro, pedi para ele mandar um beijão para a minha mãe.
Voltamos para o nosso cantinho na orla e ficamos conversando com os amigos. Foi quando percebi que meu olho resolveu dar sinal de conjuntivite, me deixando com um olhar meio torto, um olho para baixo e outro para cima, parecendo até um famoso por aí!
Demos uma volta pela orla e encontramos com o Kiko, claro, não o original, mas um cara que imitava ele de forma impecável! Ficamos batendo papo com o pessoal que vendia cotas de alguma coisa, mas saímos de lá sem comprar nada, só na diversão.
Para encerrar a noite, fomos comer alguma coisa e voltamos para a Mariposa, onde eu fui cuidar do meu olho, que estava pedindo atenção.
Terça 05/11
Hoje o dia foi mais tranquilo. Acordei com muita conjuntivite, então preferi ficar mais quieta para me recuperar melhor. Com isso, passamos o dia sem fazer muita coisa, apenas descansando e aproveitando o momento de calmaria. No fim da tarde, fiz uma live, o que trouxe uma energia boa, apesar do dia mais parado. Quando a noite chegou, o frio começou a aparecer, então decidimos nos recolher mais cedo e fomos deitar, aproveitando o clima para descansar um pouco mais. Foi um dia simples, mas necessário para cuidar da saúde e recarregar as energias.
Quarta 06/11
Hoje o dia começou bem melhor. Acordei com o olho muito melhor, e enquanto John foi tomar banho, aproveitei para arrumar a Mariposa, já que mais tarde pegaríamos a estrada. Assim que John saiu do banho, começou a chover, o que me fez esperar um bom tempo para poder tomar o meu banho também. Quando finalmente consegui, saímos para dar uma volta pela cidade a pé.
John queria ir até a farmácia comprar um remédio para mim, pois estou tossindo muito ultimamente. Com o remédio em mãos, a fome bateu, e como logo mais pegaríamos a estrada, não podíamos sair sem almoçar. Almoçamos e aproveitamos para passear um pouco mais pela orla, tirando algumas fotos para registrar o momento.
Ao voltarmos para a Mariposa, John sugeriu que fossemos visitar os outros viajantes que estavam parados no estacionamento ao lado. Conversamos com alguns deles e depois voltamos para a nossa casinha, já que estava na hora de gravarmos para o canal do Jonathan, “Cortando o Mundo”. Fizemos as gravações e, em seguida, começamos as despedidas, pois já era hora de pegar a estrada.
Antes de partir, Helder, do canal Kombinetos, nos presenteou com um dos artesanatos que ele faz, o que foi muito especial. Mandei uma mensagem para os meus pais avisando que estávamos indo embora, e recebi algumas mensagens deles que me emocionaram bastante.
A estrada está tranquila, apesar de alguns veículos pelo caminho. Chegamos em Maceió e fomos direto para o nosso ponto de apoio na Havan. Agora é torcer para que tenha água e energia!
Quinta 07/11
Hoje começamos o dia de forma tranquila, acordando no ponto de apoio em Maceió. Agradecemos por termos acesso à água e energia por lá, o que facilita muito a rotina. Tomamos banho e depois decidimos dar uma volta pela cidade para explorar um pouco mais.
Na hora do almoço, fomos convidados pelos nossos colegas Jonathan e Patrícia para almoçar no restaurante deles. A comida preparada por Patrícia estava deliciosa, e depois de comermos, ficamos conversando por um bom tempo, compartilhando histórias e boas risadas.
Após o almoço, seguimos para a lavanderia e depois para o apartamento do amigo Marco, que nos fez o convite para passar a noite lá. O lugar é simplesmente um ponto de paz, super aconchegante, ideal para descansar. Decidimos aproveitar essa tranquilidade e ficar no apartamento em vez de sairmos para ver a cidade à noite.
Mais tarde, tomamos um lanche enquanto assistíamos TV. Logo depois, o sono começou a bater, acredito que seja por causa do remédio que estou tomando para a tosse. Decidi ir dormir, enquanto John ficou acordado um pouco mais, aproveitando o resto da noite. Foi um dia tranquilo e revigorante, perfeito para recarregar as energias.
Sexta 08/11
Após uma noite tranquila e bem dormida na casa do nosso amigo Marco, começamos o dia organizando nossas coisas e decidimos dar uma volta pela orla da praia de Pajuçara. Nossa missão era encontrar a famosa cadeira gigante. Depois de uma caminhada agradável, encontramos a cadeira e, claro, tiramos algumas fotos para registrar o momento.
De lá, seguimos em direção à feira de artesanato local, onde fizemos nossa tradicional compra: um imã de geladeira. Com o dia ainda pela frente, pegamos a estrada e fomos rumo à praia do Francês. Assim que chegamos, vimos um estacionamento de motorhomes e fomos verificar como funcionava. No entanto, o valor cobrado estava acima do que esperávamos, então decidimos explorar outras opções.
Logo avistamos um hostel, mas o dono não estava presente naquele momento. Para passar o tempo, fomos até uma padaria próxima e aproveitamos para fazer um lanche. Revigorados, voltamos ao hostel para conversar com o dono, que foi extremamente atencioso. Ele nos mostrou o local, mas, infelizmente, não era acessível para nossas necessidades. Mesmo assim, ele gentilmente nos ofereceu a frente da sua casa como um lugar seguro para estacionarmos a “Mariposa”, garantindo que não haveria perigo.
Com a “Mariposa” estacionada em segurança, aproveitamos para explorar um pouco mais a cidade e encerrar o dia em clima de aventura e descobertas.
Sábado 09/11
Após uma noite de sono tranquila ao som da chuva, acordamos revigorados e decidimos tomar um café da manhã para começar o dia. Depois, saímos para dar uma volta na orla da Praia do Francês, aproveitando o clima agradável. Durante o passeio, conhecemos Leandro, o dono da sorveteria Miamor. Ficamos conversando com ele e compartilhamos sobre o nosso projeto “Rodinhas pelo Mundo”. Para nossa surpresa, ele nos presenteou com deliciosos sorvetes, o que tornou a conversa ainda mais doce e agradável.
Quando percebemos, o tempo já havia passado e era hora de voltarmos. Decidimos ir até a vila de restaurantes, a mesma que havíamos visitado ontem. No entanto, minha cabeça começou a doer muito, e pedi ao John que voltássemos para a “Mariposa”, pois eu precisava tomar um remédio e descansar. Assim, retornamos, nos ajeitamos e logo nos preparamos para dormir e aliviar o mal-estar.
Até a próxima,
Equipe Rodinhas pelo Mundo